19 de dezembro de 2011

Saúde supera expectativas do Plano Brasil Sem Miséria

Foto: Luís Oliveira - ASCOM/MS
Ao completar seis meses de existência, o Plano Brasil sem Miséria fechou hoje (16) o ciclo de compromissos com os 26 estados e o Distrito Federal para o desenvolvimento de ações voltadas à erradicação da extrema pobreza. A presidenta Dilma Rousseff assinou um pacto com os governadores do Centro – Oeste e aministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Durante o evento a ministra também fez um balanço das principais realizações do plano neste período.
Na área da Saúde o ministério conseguiu superar as expectativas. Foram priorizadas 2.122 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em área com maior concentração de extrema pobreza. O plano contabiliza ainda a formação de 563 novas equipes do Brasil Sorridente, 100 novas unidades móveis de atendimento odontológico e a entrega de 239,5 mil próteses dentárias. Também foram criadas mais de 427 equipes do Saúde da Família. Também foi reajustado o Piso de Atenção Básica, de acordo com critérios de acesso a serviços, renda e porte do município.
Entre os presentes no evento estava o representante do movimento quilombola, Antônio Borges do Santos. Ele destacou a importância do Plano Brasil Sem Miséria e como a área da Saúde melhorou em sua comunidade:
Antônio Borges dos Santos – Comunidade Quilombola
Para nós, a importância deste lançamento é a mudança total. Até 2005 a nossa comunidade não tinha reconhecimento. Apesar de ser na beira de uma BR, quase ninguém nos conhecia. Quando obtivemos o reconhecimento, mudou totalmente a nossa vida. A partir deste momento a nossa comunidade deu um salto de qualidade. (…) Na área da saúde nós temos visitas médicas, e principalmente a chegada da água de qualidade. Foi construído um poço artesiano que contemplou toda a nossa comunidade. Agora todo mundo tem a sua água potável dentro da sua casa. A Secretaria de Saúde, junto com a Funasa, tem nos visitado bastante e estão fazendo projetos voltados para a nossa comunidade”.
Ilana Paiva / Blog da Saúde

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