30 de julho de 2011

Coluna Crisólito Marques "Que droga!! Novamente ela, assolando nossos jovens."

Que droga!! Novamente ela, assolando nossos jovens.




Infelizmente na nossa atual conjuntura social, estamos sendo testemunhas e muitos de nós, vítimas de um mal que está aterrorizando todas as classes sociais, não perdoando idade, sexo, credo, cor ou qualquer outra distinção que possa haver entre os seres humanos, estamos nos referindo dos muitos tipos de drogas que estão assolando e sendo um terrível “fantasma” no nosso meio social.
Mas nesta feita queremos em particular chamar a atenção dos jovens, adolescentes e por mais intolerável que seja até mesmo as crianças, que estão sendo ceifadas muito mais cedo, sua infância para o mundo aterrorizante e muitas vezes sem volta das drogas. Pesquisa recente mostrou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. A idade do primeiro contato com esse tipo de substância caiu dos 14 para os 11 anos em uma década. Tais dados sinalizam um futuro estarrecedor para estes jovens. Quanto mais cedo se experimenta uma droga, maiores são os riscos de se tornar viciado. As pesquisas também revelam que a maioria dos jovens sabe que as drogas podem se transformar num problema sério. Mas isso não basta para mantê-los longe de um baseado ou de um papelote de cocaína.
Muitos dos jovens que experimentam pela primeira vez algum tipo de drogas não a experimentam com o intuito de se viciarem, mas por mera curiosidade, muitas das vezes peculiar para a sua idade, a partir daí vem o desejo de se integrar há algum grupo de amigos, estes na iniciação do vicio não reparam ao seu redor os seus amigos que estão sendo mortos ou presos por conta de tais entorpecentes, nem percebem o quão será terrível o efeito desta droga em sua vida futura, pois algumas destas drogas só causam dependência algum tempo depois de seu uso, quando se percebe já está tarde de mais para voltar ao ponto inicial.
Há alguns fatores que fazem com que os jovens cheguem a serem viciados, o primeiro é o genético, é comprovado que pessoas com antecedentes em sua família que foram viciados em álcool, fumo ou um outro tipo de droga, são mais fáceis de tornarem-se dependentes. Um outro fator é a personalidade, jovens tímidos, ansiosos, tendem a achar que as drogas os ajudaram na desinibição para com os seus amigos e um melhor desenvolvimento social de um modo geral, há também, contrariamente destes últimos citados, jovens desinibidos que aparentam não ter medo de nada,  entram no mundo das drogas para encontrar mais emoções para as suas vidas.
Muita gente acredita que o consumo esporádico de drogas não faz mal. Errado. Todas as drogas são de alto risco: prejudicam a saúde, perturbam os estudos e alteram o humor para pior. E ninguém sabe de antemão se vai ou não se tornar um viciado. Vejamos alguns tipos de drogas e seus efeitos:
ÁLCOOL
Provoca cirrose e hepatite alcoólica, hipertensão, problemas cardíacos. Causa danos cerebrais e provoca perda de memória. Leva à dependência física, com graves crises de abstinência e, em grandes doses, provoca coma.

MACONHA
Causa apatia e perda de motivação, prejudica a memória e o raciocínio. Estudos mostram que quem fuma maconha está mais sujeito a sofrer de insuficiência cardíaca e esquizofrenia.

COCAÍNA
O risco de overdose é alto, o que pode levar não só a dependência como à morte. O uso contínuo causa degeneração muscular, perda do desejo sexual, alucinações e delírios. Uma em cada cinco pessoas que experimentam a droga se torna dependente.

ECSTASY
Induz a ataques de pânico e ansiedade. Provoca danos nas células nervosas, o que leva à depressão crônica.
Portanto a melhor forma de fazer com que jovens adultos ou que outra faixa etária entre neste submundo das drogas e torne-se um viciado é conscientizar-se de que ninguém precisa ser igual ao amigo ou repetir padrões de comportamento para ser aceito no grupo. É por isso que a prevenção em casa muitas das vezes funciona melhor que os anúncios do governo, é claro que pais e/ou responsáveis não podem está com seus filhos, jovens, adolescentes, crianças presos em redomas, haja vista que os mesmos vão ter influência de fora, no momento que estes se socializam, sejam nas escolas, clubes, igrejas ou outro tipo de ambientes sociais, mas nada melhor do que o bom exemplo das pessoas que estão ao seu redor e o aconselhamento cotidiano para ser um meio de tentar afastar este jovem do vicio das drogas. Pensem, reflitam coloquem em prática, para tentar assim acabar ou ao menos minimizar este “demônio” que vem assolando nossa sociedade nos últimos decênios.

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